SÁLUA
TEMIS TYÊ MONTEIRO FAYAL
1ª
Série do Ensino Médio
Colégio
Estadual Paes de Carvalho
Belém - PA
MINHA
ÁGUA, MINHA VIDA
Água vida cristalina,
Que brota da beira do
rio.
Tão linda quanto o
nosso céu de anil.
Como dizia o poeta:
“Minha terra tem
palmeiras,
onde canta o sabiá,
as aves que aqui gorjeiam,
não gorjeiam como lá.”
Assim ele disse, nos
vamos modificar,
para água que é
objetivo, vamos conscientizar.
Minha terra tem rios e
lagos,
onde o sabiá adora se
satisfazer.
Sua sede, seu calor,
sua ânsia de viver,
seu canto é forte, são
aves do norte.
As aves de lá, talvez
não tenham água,
seu canto é
desanimado, não é igual ao
da nossa passarada.
As aves daqui cantam
com toda a sua glória.
Sua raça é forte, e
mais forte ainda a sua memória.
Para lembrarem de
deixar uma grande lição.
Uma lição para
educar, que num futuro distante.
Poderá água faltar.
Se as aves que lá
anseiam por água sofrem.
Aqui sofremos, porque
desperdiçamos.
Vamos nos
conscientizar, admitir que nós erramos.
Se do pó viemos e ao
pó voltaremos.
Tudo se extinguirá, o
mundo não vai existir.
Se um dia a água
faltar.
Mas isso não vai
acontecer,
por que vamos
economizar.
E um final feliz a
terra vai ter.
Ver tudo, tudo verde,
e a terra a florescer.
Sálua
Temis Tyê Monteiro Fayal
1ª série do Ensino
Médio
Colégio Estadual Paes de Carvalho / Belém - PA