FRANCISCA
DILÉIA DE JESUS VIEIRA
1ª
Série do Ensino Médio
Escola Estadual Cordeiro
de Farias
Belém - PA
MINHA
ÁGUA, MINHA VIDA
A água é um bem
precioso e insubstituível. Ela é um elemento relevante para a vida, não
só das pessoas, mas de todo organismo vivo. É um recurso natural que
propicia saúde, conforto e riqueza ao homem, por meio de seus incontáveis
usos, dos quais destaca-se o abastecimento das populações, a irrigação,
a produção de energia, o lazer e a navegação.
Deve-se chamar a atenção
da sociedade de todos os paises para uma preocupação, recorrente e
justificada, de especialistas quanto à escassez da água no mundo. Este
problema pode estar relacionado a dois fatores: má distribuição e má
gestão dos recursos hídricos. O primeiro deve-se à própria natureza,
o segundo é culpa do homem. Como 97% da água está nos mares, ela
torna-se imprópria para o uso agrícola, industrial e para o consumo
humano. Outros 2% estão nas calotas polares, em forma de gelo ou neve.
Então, resta somente 1% de água doce, disponível nos rios, lagos e
lençóis freáticos. Essa água é mal distribuída. Alguns países têm
mais do que precisam, enquanto outros praticamente não têm nada. O
Brasil é dono da maior reserva hídrica do mundo.
Por muitos anos, a
humanidade teve a sensação de que a água seria um recurso inesgotável,
podendo ser desperdiçada e contaminada sem maiores conseqüências. De
fato, o volume total de água é o mesmo, pois ela entra num processo de
renovação contínuo chamado ciclo hidrológico. Entretanto, a intervenção
do homem em algumas etapas desse ciclo provoca a contaminação cada vez
mais acentuada dos recursos hídricos.
O problema da má gestão
pode ser resolvido quando industriais, agricultores, consumidores domésticos
começarem a ser cobrados pela água em si, não apenas por seu
abastecimento. Quando não se paga pelo que se consome, o resultado é o
desperdício. Embora a idéia da precificação seja praticamente unânime,
há os que argumentam que ela tornaria a água mais cara para quem mais
precisa dela: a população pobre. Porém, custa mais caro para os
pobres não ter água. Além disto, pode-se procurar maneiras de evitar
que isso ocorra. O dinheiro cobrado pelos recursos hídricos, pode ser
revertido para a cobertura dos custos de tratamento da água e preservação
dos ecossistemas ligados a ela.
O grande dilema é
conseguir que, com uma população mundial em constante crescimento, os
recursos sejam mais bem distribuídos e que sua qualidade seja mantida.
A água não deve ser
desperdiçada e nem poluída. De maneira geral, sua utilização deve
ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma
situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas
atualmente disponíveis.
Então,
cabe lembrar que a água limpa e acessível constitui-se em um elemento
indispensável para a vida e que, para tê-la no futuro, é preciso
protege-la para evitar o futuro caótico previsto para a humanidade.
Quando, provavelmente, homens de todos os continentes travarão guerras
em busca deste recurso, antes tão abundante. Todo cidadão tem o
direito de usufruir da água, mas também tem o dever de preserva-la,
utilizando-a de maneira consciente, sem desperdícios. Dando devido
valor à água.
Francisca
Diléia de Jesus Vieira
1ª série do Ensino
Médio
Escola Estadual Cordeiro de Farias / Belém - PA