Neste
terceiro milênio, uma das grandes ameaças que o planeta enfrenta é
a escassez de água.
Durante
muito tempo, acreditava-se que a água doce da Terra nunca acabaria.
Porém, o desperdício, o aumento da população e a poluição, além
de outros fatores, só tem agravado o problema da falta de água.
Do
total de água existente, 97,3% correspondem aos oceanos e mares
enquanto que 2,7% são formados por água doce. Esta é utilizada,
principalmente, na agricultura, na indústria e no consumo domiciliar.
De
acordo com pesquisas, os continentes mais carentes de água são a África,
a Ásia e a América do Sul. Uma prova cabal disso, é a reutilização
de água em alguns países da Ásia. A que ponto chegamos!
Sabe-se
que a água é essencial para a sobrevivência de todos os seres:
homem, animais e vegetais. No entanto, o desperdício é ainda
constante. Vazamentos, torneiras mal fechadas, banhos demorados são
uma mostra de que o homem trata a água como se fosse um recurso
inesgotável. Deste modo, temos como conseqüência do mau uso dos recursos hídricos: racionamentos, na medida
em que vários bairros –aqui mesmo em nossa capital– ficam horas
ou dias sem água para o consumo da população; a disseminação de
doenças, tais como a dengue, pois com a falta de água, muitas
pessoas tendem a usar recipientes para guardar este líquido precioso,
o que acaba facilitando a reprodução do mosquito; e, por fim, a
morte de peixes e plantas aquáticas quando são lançados produtos químicos
nos rios.
Em decorrência destes
problemas, deve-se alertar e conscientizar a todos (através de
programas, palestras e informações pela imprensa falada e escrita)
que a água em um futuro não muito distante, poderá acabar –pelo
menos a água potável– e, por conta disso, também morrerão as
plantas, os animais e o próprio homem, responsável por sua degradação.
Ademais, economias como a agricultura e a indústria, sofrerão graves
crises, países entrarão em conflito e as gerações futuras não terão
o privilégio de usufruir deste bem de tamanha importância para a
vida. As gerações futuras poderão, sequer, existir.
